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Ansiedade, depressão, fobias, traumas e distúrbios.
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Relacionamentos, luto, baixa autoestima e compulsões.
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Dependência, emocional, afetiva e desânimo.
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Questões espirituais e existenciais.
O corpo fala o que a alma grita.
Buscando no enfoque terapêutico, direcionar a mudança de frequência emocional e vibracional ao longo do dia e da vida, consciente de que o nosso corpo escuta cada pensamento e responde a cada emoção.
Portanto visualizo que as patologias/desequilíbrios não são falhas do corpo físico, mas respostas adaptativas à dor emocional, ao trauma, aos pensamentos dominantes negativos e padrões ambientais crônicos.
O corpo é mais que química, é energia, informação e Consciência. E quando mudamos a vibração na qual nos mantemos, mudamos o ambiente interno onde a doença ou a saúde podem prevalecer.
Quem é Khryss De Vecchi

De onde vem o meu olhar...
Talvez seja difícil falar de si mesma sem cair em definições prontas.
Por isso, prefiro contar de onde vem o meu olhar.
Há mais de cinquenta anos acompanho pessoas em seus processos de transformação. Antes mesmo de conhecer a linguagem da Psicologia Analítica Junguiana eu já havia encontrado no corpo, no movimento, na imaginação e no silêncio caminhos para compreender aquilo que nem sempre conseguimos dizer com palavras.
Minha história terapêutica começou muito cedo.
Ainda criança, tive o privilégio de ser orientada por Maria Duschenes, através do trabalho de Educação pelo Movimento inspirado em Rudolf Laban. Foi uma experiência decisiva. Aprendi, talvez sem saber, que o corpo não é apenas aquilo que carregamos conosco: ele também pensa, sente, imagina e expressa.
Na adolescência, outro encontro modificou profundamente o curso da minha vida. Conheci Swami Satyananda Saraswati e o universo do Yoga que se tornou, para mim, muito mais do que uma prática corporal. Através de seus ensinamentos, comecei a compreender a relação entre corpo, mente, respiração, consciência e dimensão espiritual como diferentes expressões de uma mesma experiência humana.
Foi nesse caminho que me tornei terapeuta.
Durante décadas, estudei, pratiquei, ensinei e acompanhei pessoas em diferentes momentos de suas vidas. Criei espaços terapêuticos, formei profissionais, desenvolvi o Darshan Yoga e trabalhei com diferentes abordagens integrativas.
Mas, olhando hoje para essa trajetória, percebo que havia um fio condutor atravessando experiências aparentemente tão diferentes: a tentativa de compreender o ser humano para além daquilo que ele consegue explicar sobre si mesmo.
Foi isso que me aproximou de Jung.
Quando encontrei a Psicologia Analítica, não tive a sensação de estar começando uma nova história. Tive, antes, a sensação de encontrar uma linguagem que podia nomear muitas perguntas que me acompanhavam havia décadas.
O corpo que expressa.
O sonho que interrompe a lógica habitual da consciência.
O símbolo que não se deixa reduzir a uma explicação.
O sintoma que pode carregar uma dimensão de sentido.
A imagem que emerge antes que saibamos o que ela significa.
A sombra, que não desaparece porque não queremos vê-la.
E essa dimensão misteriosa da psique que parece possuir uma inteligência própria e que Jung chamou de processo de individuação.
Hoje, minha formação em Psicologia Analítica Junguiana não representa uma ruptura com tudo o que veio antes. Representa um aprofundamento.
Minha experiência com a Yogaterapia me ensinou a escutar o corpo e o silêncio. A prática terapêutica me ensinou a respeitar a singularidade de cada pessoa. A Homeopatia, a Taroterapia e as demais terapias integrativas ampliaram minha atenção para os modos pelos quais sofrimento, corpo, emoção e história pessoal podem se entrelaçar.
Jung me oferece agora uma linguagem simbólica capaz de colocar essas experiências em diálogo.
É nesse lugar de encontro que se encontra o meu trabalho atual.
Não acredito em uma clínica que precise oferecer respostas rápidas para tudo aquilo que dói. Algumas experiências precisam, antes, ser escutadas. Algumas precisam ser compreendidas. Outras precisam ser atravessadas.
E há momentos em que aquilo que parece ser apenas sofrimento pode revelar uma pergunta que ainda não conseguimos formular.
É por isso que os sonhos, as imagens, os símbolos, as emoções e até determinadas repetições da vida cotidiana me interessam tanto. Não porque eu acredite que exista uma interpretação pronta para cada acontecimento, mas porque a psique frequentemente se expressa por caminhos que não são imediatamente acessíveis à consciência.
Meu papel não é interpretar a vida de alguém por ela.
É acompanhar o processo de descoberta.
Escutar junto.
Perguntar.
Ampliar.
Às vezes, sustentar o silêncio.
Às vezes, ajudar a olhar para aquilo que preferiríamos não ver.
E, sobretudo, criar condições para que cada pessoa possa encontrar uma relação mais consciente com a própria história.
Depois de tantos anos de prática, continuo sendo uma buscadora.
Mas hoje talvez eu compreenda essa palavra de outra maneira.
Não se trata mais de buscar uma resposta definitiva sobre quem somos.
Trata-se de permanecer disponível para aquilo que a vida ainda pode revelar.
É nesse movimento — entre o que já conhecemos de nós e aquilo que ainda está por nascer — que encontro sentido no meu trabalho.
E é desse lugar que hoje caminho também pela Psicologia Analítica Junguiana.
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